FAÇA DIFERENTE

FAÇA DIFERENTE
FAÇA a COISA CERTA

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O lado feminino do Brasil colonial











Como era a vida das mulheres no século XVI, enfrentando os preconceitos e os tabus trazidos pelos colonizadores portugueses.


Não era nada fácil ser mulher no século XVI, enfrentando os preconceitos e os tabus trazidos pelos colonizadores portugueses.


Quando os portugueses descobriram o Brasil, em 1500, conquistaram um mundo milhões de quilômetros quadrados de terra fértil, um éden desconhecido de madeiras, frutas e raízes comestíveis, e um subsolo riquíssimo. Mas deram pouca atenção ao novo território, e quando resolveram colonizá-lo para valer, já em meados do século XVI, assustaram-se com o que viram. Os poucos brancos, negros e índios que aqui estavam haviam aprendido a viver longe da civilização, numa sociedade que parecia confusa aos olhos dos portugueses. Uma versão primor-dial do samba do crioulo doido, pode-se dizer.

Casamento, por exemplo, praticamente não havia. Pelo menos na forma como se entendia na Europa. Homens e mulheres viviam em concubinato, amaziados, ou sob diversas outras variantes da vida em comum. Ainda no século XVIII, o índice de concubinatos era altíssimo: alcançava 80% dos casais na Bahia, mais de 70% no Rio de Janeiro e em torno de 50% em São Paulo. Apenas entre as classes mais abastadas havia casamento convencional, que mantinha intacto o patrimônio da família e assegurava proteção às filhas após deixarem a casa paterna. Fora dessa mino-ria absoluta, ninguém casava mesmo.

E, nisso, as mulheres não só não tinham o aval da Igreja e do Estado, como não seguiam regras convencionais: trocavam de homem quando lhes aprazia e tinham filhos com quem achavam melhor. Elas certamente escolhiam um companheiro único, muitas vezes; mas ele freqüentemente partia atrás de trabalho, pouco tempo depois, deixando mulher e filhos. Estes, por sua vez, tinham muitas mães, isto é, não eram criados apenas pela mãe biológica. Ajudavam nessa tarefa comadres, tias, avós e vizinhas, numa espécie de maternidade informal e coletiva: todo mundo tomava conta de todo mundo.

As mulheres acostumaram-se, sem problema algum, a criar os próprios filhos e os de seu marido com outras mulheres, tanto quanto os filhos de outros homens com outras mulheres. O que importava era a rede de solidariedade estabelecida entre a mulher e a sua prole, explica a historiadora Mary Del Priore, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, da Universidade de São Paulo. Estudiosa dos assuntos femininos do presente, Mary mostrou que a mulher brasileira tem nada menos de 300 anos ou seja, os seus hábitos atuais e maneira de ser foram moldados, na verdade, a partir do século XVI.

Isso aconteceu justamente durante o conflito entre os colonizadores portugueses e a sociedade inicial do Brasil. Antes de mais nada, é preciso dizer que os primeiros brasi-leiros certamente tinham regras sociais, com deveres e direitos muito claros, ditados pela própria comunidade. E eram boas regras: ser boa mãe e mulher, por exemplo, incluía a obrigação de tomar conta das crianças de toda a comunidade. O problema é que os portugueses eram ignorantes, por assim dizer, do ponto de vista da antropologia. Não estavam acostumados e não compreendiam aquelas normas e pretendiam impor os seus próprios padrões de conduta, em lugar dos que existiam no país.

Queriam colocar a casa em ordem, e logo perceberam que uma forma de fazer isso era instituir o casamento à européia. A partir daí, a Igreja e o Estado passaram a remodelar o papel da mulher naquela sociedade, tentando convencer a população das vantagens do casamento. Mas começaram instituindo proibições de todos os tipos, determinando o que era certo e o que era errado para uma mulher direita. Um recurso bem prático, usado então, eram as altas multas que o Estado cobrava pelos concubinatos, em contraposição ao baixo preço dos casamentos celebrados pela Igreja.

A campanha do certo e do errado, porém, era mais profunda. Basta ver que no Brasil de 1650 não existiam tabus como o da virgindade obrigatória até o casamento. Quebrado em tempos modernos, esse tabu ainda estava por nascer em 1600, e até o século XVIII era difícil achar alguém que se casasse sem antes ter tido relações sexuais. Mas o motivo era bem diferente do atual. É que, naquela época, ter filhos era muito importante. A mulher precisava provar ao homem que era fértil, engravidando antes do compromisso, uma regra consentida por toda a comunidade inclusive pela Igreja, desde que tudo terminasse em casamento.

Vem daí, na verdade, a conhecida expressão vá se queixar ao bispo, porque quando o noivo fugia, deixando a donzela grávida, ou já com filhos, esta ia reclamar ao bispo, que então mandava alguém atrás do fujão. O casamento era obrigatório mesmo se a mulher não desse filhos ao homem, na tentativa pré-nupcial. Só que, então, conta Mary, vivia em separação de cama e mesa. Significava que o marido podia repudiar a mulher, com a qual já não teria relações sexuais, se não quisesse, ficando autorizado, pelo menos em princípio, a ter filhos com outra. Sua própria mulher, porém, estava obrigada a continuar fiel.

Esse tratamento desigual devia-se às idéias da época, segundo as quais a falta de filhos era problema exclusivo da mulher; a infecundidade jamais decorria do homem. Hoje, é claro, sabe-se que não é assim, mas no passado a ciência médica avalizava cabalmente a opinião errada, disseminada por toda a sociedade. E, com isso, a medicina ajudou a Igreja a incutir na mentalidade da mulher tabus como o da virgindade e outros. Também a literatura contribuiu para essa mudança radical de costumes, já que a Igreja popularizou seus conceitos de certo e errado por meio de folhetins, por exemplo os quais, mais tarde, dariam origem à literatura de cordel.

Além disso, surgiram os manuais de confessionário, onde até os beijos eram qualificados. Havia beijos aceitáveis, intermediários e inaceitáveis pela mulher direita. O beijo com sensação de seda, que se dava no nariz, não era tão sério: purgava-se com cinco pais-nossos e cinco ave-marias, segundo os manuais da Igreja. Muito mais grave era o beijo com sensação de veludo, associado ao genital feminino, purgável de joelhos, após um rol muito maior de orações. Em resumo: foi preciso modificar milhares de regras. E, o que é pior, numa era de grande liberdade, em que os afetos e o namoro eram públicos, aconteciam nos quintais, nas redes, nas festas religiosas.

Então veio a Igreja dizendo que tudo isso era pecado, diz Mary. Ela perseguiu o cantar, o dançar, tudo o que era vida, qualquer exercício da libido. As relações sexuais, na visão dos teólogos, excluíam o prazer por ter uma função escatológica: isto é, serviam para a salvação da alma por trazer crianças ao mundo. Afirmavam que a única posição permitida era com o homem por cima, a mulher por baixo. Afinal, imaginavam, as mulheres enlouqueciam em cima dos homens. Alardeava-se também que a posição em que a mulher fica de quatro dava origem a crianças aleijadas.

A própria paixão era combatida porque, supostamente, botava o casamento de ponta-cabeça. Amor era um sentimento que se devotava exclusivamente a Deus; ao marido, a mulher devia mera obediência, reverência e temor. O marido, por sua vez, deveria sentir apenas piedade da esposa. Um casamento nesses moldes, sem excitação ou afeto, era considerado ideal. Indiretamente, então, reforçou-se o papel da prostituta na sociedade colonial. Ela já existia, é verdade, quando os portugueses voltaram para a colonização. No período posterior, porém, não havia situação intermediária: ou a mulher era da casa ou era da rua.

Ou era a santa mãezinha ou a prostituta, como classifica Mary, para quem essa duplicidade ainda existe. O arquétipo dessas duas mulheres ainda é muito forte, na sociedade moderna. De qualquer forma, já não é tão difícil fugir à pecha de mulher da rua, pois no passado nem ser casada resolvia: era preciso parecer casada, ou seja, vestir-se, falar e portar-se como tal. Nada de decotes ou panos diáfanos sobre os seios. Nada de mostrar os dedos do pé, muito eróticos. Nada de perfume ou maquilagem. Era vaidade condenável tanto sorrir demais e mostrar dentes bonitos, como sorrir de menos para não mostrar dentes ruins. Ficar à janela era coisa de mulher melancólica.

As prostitutas, por sua vez, foram afastadas do convívio com a comunidade. Antes viviam como as outras mulheres, trabalhando em casa, cuidando dos filhos e dos pais desvalidos. Depois, sofreram dura perseguição. Mas isso não impediu que fossem procuradas pelos homens em busca do prazer e do divertimento vivamente desaconselhados dentro do lar. As prostitutas dançavam, cantavam, vestiam roupas provocantes e, é claro, tinham relações sexuais com a liberdade de sempre. As celibatárias também não eram aceitas. Seu maior pecado era não terem filhos, que o Estado e a Igreja incentivavam devido à necessidade de braços para a lavoura.

Elas se enquadravam em duas categorias. À primeira pertenciam as luxuriosas, que faziam tanto sexo que não tinham tempo para gerar filhos. À segunda, as melancólicas, para as quais tudo era tormento, como diz um documento da época. O texto acrescentava que essas mulheres degeneravam num furor amoroso, que as faz entregar-se a toda sorte de indecências, tanto em seus atos como em suas palavras Os castigos recomendados iam de banhos frios à ingestão de ácidos, ou qualquer outra coisa que, no entender da Igreja, pudesse acalmar o furor. Em casos mais graves, permitia-se até a masturbação para evitar o pior: que a celibatária buscasse sexo fora do casamento.

Dito tudo isso, no entanto, seria errado concluir que esse novo modo de vida tenha sido imposto sem que a mulher resistisse como podia. Na verdade, ela entrincheirou-se no próprio lar ao qual, em decorrência da nova ordem, estava de certa maneira presa. Aí, foi adquirindo conhecimentos muito específicos: sobre doenças, ervas curativas, o parto, o aborto e, enfim, sobre o seu próprio corpo. Não admira que isso lhe tenha valido, muitas vezes, a qualificação de feiticeira ou bruxa, pois esses conhecimentos contrapunham-se aos dos médicos, em particular, e aos dos homens, em geral. Mesmo porque, algumas das assim chamadas bruxarias eram poções para conquistar os homens, fossem amantes desejados, ou maridos pouco fiéis. E tanto mais atemorizantes porque se empregavam os mais terríveis ingredientes, como pêlos púbicos, suores, sangue menstrual, líquidos vaginais e assim por diante. A disputa com os médicos era menos direta, talvez, mas nem por isso menos intensa.

A popular figura da parteira fortaleceu-se, então, conferindo a essas mulheres respeito e poder num momento em que o parto era fundamental, pois era importante povoar a nação. Nesse campo, as parteiras concorriam com os médicos, não raro vencendo as pelejas. Ao longo dos séculos, tudo mudou, e aquela sociedade do passado, de uma forma ou de outra, não voltaria a existir. Mas o futuro não foi imposto, apenas: foi construído dentro do conflito e, pelo menos em parte, o tiro saiu pela culatra de claustro para as megeras domadas, o lar transformou-se em território dominado pela mulher, quartel-general de onde ela saiu, três séculos depois, para assumir novos espaços na sociedade.

FONTE: SUPER.ABRIL / Por Januária Cristina Alves

terça-feira, 18 de outubro de 2011

O papel do racismo na construção do capitalismo













O fim da escravidão não significou a fim do racismo, que persiste até hoje
Em termos históricos, o racismo acompanha a sociedade moderna e seu processo de evolução está umbilicalmente ligado às origens do capitalismo.
Os escravos africanos eram item fundamental na pauta de exportação das metrópoles européias, não só como mão de obra compulsória, mas principalmente como item do comércio global da época. Desta forma o escravismo colonial foi indispensável para a economia mercantilista gerando uma acumulação primitiva que financiou a ascensão do capitalismo como modo de produção dominante.
Na fase inicial da colonização européia nas Américas, o índio foi um elemento importante de sua formação, mas logo o negro o substituiu nos grandes empreendimentos coloniais e passou a ser a ser a principal base de seu desenvolvimento. Por isso, a escravização do nativo brasileiro é gradativamente desestimulada pela metrópole e substituída pela escravidão negra.
A introdução do negro como mão-de-obra escrava básica na economia colonial, deve-se principalmente ao tráfico negreiro, atividade altamente rentável, tornando-se uma das principais fontes de acumulação de capitais para metrópole. Exatamente o contrário ocorria com a escravidão indígena, já que os lucros com o comércio dos nativos não chegava até a metrópole e os lucros do tráfico negreiro eram canalizados para o reino.
Desta forma observamos que argumentos tão amplamente utilizados, como inaptidão do índio brasileiro ao trabalho agrícola e sua indolência caem por terra perante a preponderância de fatores econômicos. Foi o tráfico que gerou a escravidão do negro africano, e não ao contrário.
Daí deriva o processo emergência do racismo. No escravismo colonial a divisão de classe era basicamente a divisão de raças e a pregação por parte dos detentores do poder da “inferioridade” biológica, intelectual, moral e espiritual dos negros africanos foi utilizada como justificativa ideológica e moral para legitimar o escravismo.
O fim da escravidão não significou a fim do racismo, que persiste até hoje, já que a justificação ideológica para sua existência também poderia ser empregada para negar aos recém libertos os mínimos direitos como acesso à terra, educação e trabalho.
O racismo serviu como acumulação primitiva de capitais para a formação da sociedade capitalista no passado e hoje serve como justificativa para as desigualdades sociais inerentes ao capitalismo e à formação de um imenso “exército de reserva” constituído basicamente pela população negra excluída.
FONTE: revista africas / Cuca Falcão

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Estudo vincula peste negra da Idade Média a doença atual







Uma versão muito menos perigosa da bactéria que provocou a peste negra, a devastadora pandemia que matou um terço da população da Europa no século XIV, ainda existe atualmente, segundo estudo publicado esta terça-feira.
Exames de DNA das ossadas de vítimas da terrível doença, encontradas em uma fossa comum de um cemitério medieval de Londres, revelaram parte do mesmo sequenciamento genético da peste bubônica moderna, apesar de seus atributos diferentes.
"Pelo menos esta parte da informação genética variou muito pouco nos últimos 600 anos", afirmou Johannes Krause, um dos autores do estudo, publicado nas Atas da Academia Nacional de Ciência (PNAS) dos Estados Unidos.
"Sem sombra de dúvida, o agente patogênico conhecido hoje como 'Yersinia pestis' também foi a causa da peste (negra) na Idade Média", acrescentou.
A peste negra matou um terço da população europeia em apenas cinco anos, de 1348 a 1353, mas os surtos modernos têm sido muito menos mortais.
Um surto em Mumbai, Índia, em 1904, por exemplo, matou 3% da população, apesar de ter ocorrido antes da descoberta dos antibióticos.
Para o estudo, realizado pelo Instituto de Arqueologia Científica da Universidade de Tubingen, na Alemanha, e pela Universidade McMaster, no Canadá, os cientistas extraíram o DNA de 109 esqueletos de uma fossa comum, no cemitério de East Smithfield, em Londres.
Ao comparar o DNA com o de dez esqueletos escavados de um sítio anterior à peste negra, os cientistas puderam demonstrar que não havia sido contaminado por material moderno genético ou bactérias do solo.
Os autores sustentam que a versão da bactéria que causou a peste medieval provavelmente tenha sido extinta, mas sugerem que novas pesquisas poderiam revelar como pôde ter evoluído até se transformar em uma cepa menos virulenta.
A peste negra, que afeta tanto animais quanto humanos, é causada pela bactéria 'Yersinia pestis', que os roedores transmitem aos humanos através de pulgas infectadas.
FONTE:noticias.uol

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Conceitos de História







Conceituar é tarefa difícil, senão impossível.

Toda conceituação é incompleta, imperfeita. Condensar em poucas palavras todo o conteúdo de idéias de um objeto ou de coisa torna-se tarefa, já p dissemos, quase impossível. Todo conceito sofre limitações na essência e/ou na forma.

Por isso, ao iniciar o nosso estudo de história, achamos por bem trazer para debate os conceitos de História, elaborados por vários historiadores. Teremos a oportunidade de discutir e questionar esses conceitos e, talvez possamos dizer qual o conceito que melhor expressa a realidade histórica ou ainda, se for o caso, elaborar nossa própria conceituação da História.

Eis os conceitos:

1 - "A história é uma pesquisa que nos ensina o que o homem fez, portanto, o que é o homem." (Collinwood).

2 - "O objetivo da História é por natureza o homem." (Marc Bloch)

3 - "A história está para a humanidade assim como a memória está para o indivíduo, é a memória coletiva." (Piancantol)

4 - "A história é um profeta com o olhar voltado para trás. Pelo que foi e contra o que foi e anuncia o que será."(Eduardo Galeano)

5 - "Não há história pura, não há história imparcial. Toda história serva à vida, testemunho e compromisso." (José Honório Rodrigues)

6 - "A história é um processo dinâmico, dialético, no qual cada realidade traz dentro de si o princípio da sua própria contradição e que gera a transformação constante na História é a luta de classe."(Karl Marx)

7 - "A realidade do social, a realidade fundamental do homem revê-la inteiramente nova aos nosso olhos e, queiramos ou não, nosso velho ofício de historiados não cessa de brotar e de reflorir em nossa mãos (...) Sim quantas mudanças!(...) Todas as Ciências Sociais, inclusive a História, evoluíram, igualmente de maneira espetacular, mas não menos decisiva." (Fernando Braudel)

8 - A História é a substância da sociedade. (Agnes Heller)
FONTE: algo sobre

segunda-feira, 20 de junho de 2011

3ª Olimpíada Nacional em História do Brasil

Estão abertas as inscrições para a 3a Olimpíada Nacional em Historia do Brasil!


A 1ª Olimpíada Nacional em História do Brasil ocorreu em 2009, contou com cerca de 16 mil inscritos e foi um grande sucesso entre alunos e professores de todo o país!

A 2ª Olimpíada Nacional em História do Brasil ocorreu em 2010, consolidou e ampliou aqueles esforços, tendo iniciado com 43 mil participantes inscritos e contado com participantes de todo o território nacional.

A 3ª Olimpíada traz novamente o desafio de estudar a história do Brasil por meio de textos, documentos, imagens e mapas, ao longo de questões de múltipla escolha e da realização de tarefas muito especiais!

São 5 fases online e uma fase final, presencial, que ocorrerá na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

A primeira fase da competição começa dia 15 de agosto. A fase presencial acontece no dias 15 e 16 de outubro, na Universidade Estadual de Campinas.

Podem participar estudantes regularmente matriculados no 8º e 9º anos do ensino fundamental e demais séries do ensino médio, de escolas públicas e privadas de todo o Brasil. Para orientar a equipe, composta por três estudantes, é obrigatória a participação de um professor de história.

CONVERSE COM SEUS COLEGAS; FORME SUA EQUIPE!

PROCURE SEU PROFESSOR